Grafeno poderá substituir fibra óptica no futuro das conexões e trazer velocidade ultrarrápida

A fibra óptica é considerada o melhor padrão para transmissão de dados nos dias atuais, se sobressaindo em relação a tecnologias implementadas de antigamente. Feita a partir de fios de silício, a tecnologia ser tornou predominante no Brasil.

De outro lado, sem enxergar o fim das possibilidades que o grafeno pode oferecer, cientistas da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, preveem que o material possa oferecer importantes aplicações no ramo da telecomunicação futuramente.

Para desenvolver um estudo em torno dessa aplicação, os especialistas desenvolveram as menores estruturas de fita de grafeno possíveis, em dimensões inéditas. Além de ser mais barato e simples de manipular em relação a outras tecnologias, particularidades do material podem ser aproveitadas.

O grafeno conta com características físicas únicas — é a única substância conhecida que pode se comportar como um isolante e supercondutor ao mesmo tempo, dependendo da sua estrutura. Desta forma, seria possível escaloná-lo de forma que melhor interaja com a luz e, consequentemente, propicie melhores conexões.

Com isso, o grafeno poderá ser utilizado para modular frequências em velocidades inigualáveis e até mesmo inimagináveis ao que se tem atualmente, além de bloquear frequências indesejadas, tornando as conexões mais estáveis.

Os futuros estudos e testes dos cientistas consistirão em versões ajustadas do método de fabricação das fitas – pois foi foi descoberto que a largura das fitas é proporcional ao comprimento de luz refletida pelo material, quer dizer que, quanto menor o dispositivo, menor o comprimento das ondas de luz. 

Na prática, ondas menores significam maior energia, e esse aspecto foi observado nos dispositivos de grafeno, que mediram índices de energia inéditos com o material – que deverão se tornar cada vez mais estreitas.

As novas nanoestruturas permitiriam que o futuro das telecomunicações fosse projetado para contar com redes estáveis, confiáveis e, obviamente, com velocidades jamais vistas.

Fonte: Engenharia é

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